Diário de Bordo – OUTONO com sabor a VERÃO!

Não há dúvida que este outono ainda a saber a verão,  nos dá vontade de continuar a passear e sobretudo a ir até à praia. Neste verão optei pelo culto do Sol, afinal este Astro Rei é fundamental para a nossa sobrevivência, nossa e de todos os outros seres vivos.

A praia tem estado magnifica, calma, com pouca confusão, a temperatura amena e o mar não repleto de gente que se atropela para se banhar, mas repleto de barcos e de gaivotas.

praia cascais

 

E na quarta feira, o Sol depois de nos banhar com o seu sabor morno, deu lugar à sua companheira, com a qual sempre se cruza mas que nunca fica junto. O céu tomou as cores vermelha, laranja e roxa e a fantástica Lua brindou-nos ao final do dia com o seu tamanho “Cheio”, acompanhando-nos durante todo o caminho de regresso a casa.

lua

 

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Diário de Bordo – agosto 2017.

25 de agosto de 2017.

Mais uns dias para descansar a alma tinham chegado, rumámos em direção ao Fundão, a paisagem era vibrante até que chegámos à região de Abrantes, o verde de outrora estava transformado em negro e cinza e no ar o cheiro a queimado permanecia. algum tempo depois o céu  deixou de estar azul e tornou-se cinza e ao longe um helicóptero de combate a incêndios passava.

Por momentos senti-me perdida , ao pensar naquele fogo ali tão perto,  senti o que era estar no meio de uma estrada, no meio do nada sem um porto seguro.

Semanas mais tarde, na zona da Covilhã e Fundão tudo o que ainda se mantinha verde, ardeu. A floresta, os terrenos agrícolas, as árvores de fruto e com eles tantas memórias daqueles que já não se encontram entre nós.  Mas esses entes queridos jamais sairão das nossas vidas, enquanto por cá andarmos.

Rita

DCIM100MEDIA

 

 

 

 

“Os meus mil amores” na Feira do Livro de Lisboa 2017

Queridos amigos, leitores e seguidores.

Estarei na Feira do Livro de Lisboa, no dia 17 pelas 21h00, para vos receber e assinar a obra “Os meus mil amores” ou simplesmente para me dar a conhecer, ouvir as vossas opiniões e trocarmos  de ideias.

Nunca esqueçam, é para vós que escrevo!

Espero por vós,

Até Breve!

Rita Antunes

Feira do Livro de Lisboa - Rita Antunes

 

Tutankhamon

Tutankhamon

Muito pouco se sabe de Tutankhamon, talvez pelo seu breve reinado. Filho de Akhenaton, provavelmente com uma esposa secundária, assume o trono com cerca de 7 anos e morre com cerca de 18. Durante o seu reinado restaurou a antiga religião, bem com os templos.

Em 1922 o Egiptólogo Howard Carter descobre o túmulo de Tutankhamon praticamente intacto contribuindo assim para aumentar o nosso conhecimento do antigo Egito.

Dentro do túmulo, para além da múmia do faraó que se encontrava dentro de 3 caixões de madeira ornados a ouro havia também estatuetas, carros de guerra, jóias e outros objetos ligados ao morto.

Quando se pensa no Egito, na sociedade, nas grandiosas pirâmides e nos fantásticos tesouros que ainda permanecem escondidos… , digamos que temos as expectativas bem lá nos píncaros…

Há alguns dias, visitei a exposição localizada no Pavilhão de Portugal, que recriou o espaço do túmulo do faraó com pequenas peças, numas salas, e expôs também as peças (reproduções) encontradas no seu tamanho real.

Não vou dizer que não gostei, claro que gostei, mas fiquei um tanto desapontada, afinal estava há espera de muito mais…

Provavelmente terei de voar até ao Egito….

 

 

 

eu desejava provar….

“E eu desejava provar, experimentar o sabor da sua boca, tocar a pele e amar, (…)” 

“(…) os nossos lábios tocaram-se subtilmente.”

“Eu tinha subido às estrelas várias vezes, e lá tinha permanecido, por horas esquecidas.”

In “Os meus mil amores”

 

paisagem

Capítulo XX – “Os meus mil amores”

O romance “Os meus mil amores”, dá conhecer, através da personagem principal, o que pode ser descoberto neste cantinho do céu, mas de igual forma exprime sentimentos de forma singular.

 

Capítulo XX

“Os dias seguiram-se às horas, aos minutos e por sua vez aos segundos cheios de amor e  prazer. Porém tal como no passado, o tempo não se retém, nem pelo menos naquela situação parou, para que me permitisse usufruir ao máximo aquele homem que eu tanto amava e que ia voltar a perder.”

 

 

 

 

 

“Despoesia e o expressar do sentir”

Ontem rumei até Mafra. Não, não fui visitar o Palácio, nem a Tapada, nem tão pouco fui até ao Jardim do Cerco.

Ontem fui até Mafra para apoiar um amigo, na concretização de um dos seus sonhos.

“Despoesia e o expressar do sentir.” é o primeiro livro de Júlio Ferreira (Loki) e mostra de forma genuína, em cerca de 140 páginas,  um turbilhão de emoções.

Para quem gosta de poesia, vai gostar de ler este livro e quem sabe se não se irá rever em alguns destes poemas. Para quem não gosta de poesia, leia, porque certamente vai começar a gostar.

O livro de Júlio Ferreira (Loki) pode ser encontrado on line, ou através do autor.

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https://www.facebook.com/AstenuArgoth

 

 

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